Não sabia se fazia mais frio fora;
Ou dentro de seu peito;
Provavelmente competiam.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Visita da volúpia.
Faça teu café forte;
Que eu vou te visitar;
E não precisa tentar manter qualquer tipo de porte;
Porque eu estou disposta a te devorar;
Chegue perto e me domine com teu toque firme;
Que meu corpo quer teu carinho;
E já me esclareci com o auxílio de um cachimbo;
Que o meu desejo não é nenhum crime;
Esqueça teu olhar no meu seio;
Enquanto a volúpia controla a sua mente;
Que sem qualquer tipo de receio;
Irei te fazer gemer o que sente;
Apetite ou carência;
Isto já não faz diferença;
Porque em nosso olhos;
Se estamos separados, são apenas reticências;
Pega teu melhor cigarro;
Acenda seu incenso;
Porque vamos dar vida ao nosso caso;
Enquanto o mundo perde o censo.
Que eu vou te visitar;
E não precisa tentar manter qualquer tipo de porte;
Porque eu estou disposta a te devorar;
Chegue perto e me domine com teu toque firme;
Que meu corpo quer teu carinho;
E já me esclareci com o auxílio de um cachimbo;
Que o meu desejo não é nenhum crime;
Esqueça teu olhar no meu seio;
Enquanto a volúpia controla a sua mente;
Que sem qualquer tipo de receio;
Irei te fazer gemer o que sente;
Apetite ou carência;
Isto já não faz diferença;
Porque em nosso olhos;
Se estamos separados, são apenas reticências;
Pega teu melhor cigarro;
Acenda seu incenso;
Porque vamos dar vida ao nosso caso;
Enquanto o mundo perde o censo.
Cambaleia querido.
Após uma tarde de maravilhas;
E questionamentos sobre a veracidade do acontecido;
Meus devaneios se confundem com minhas lembranças;
Deixando-me em estado de guerrilha;
E para combinar com meu emocional inseguro;
Você se guardou em seu mundo;
Onde não posso intervir;
Apenas espero você sair do seu casulo;
E vir sorrir para mim, de novo;
E se a saudades não tira férias;
Vou ter de suportar as sinestesias;
Eu mantenho minha quimera viva;
Sustentada na lembrança daquele dia;
Oh! Minha memória divina;
Mas meu medo maior;
É de que no fundo da realidade desse sentimento;
Apenas eu esteja disposta;
A juntar nossos sedimentos;
A verdade é que não importa;
Além do fim desta página;
Além do compasso do relógio;
Eu te assistirei cambalear em teus passos;
Sussurrarei para o vento, o fato que não quero;
"Faça seu caminho querido, que eu te espero."
E questionamentos sobre a veracidade do acontecido;
Meus devaneios se confundem com minhas lembranças;
Deixando-me em estado de guerrilha;
E para combinar com meu emocional inseguro;
Você se guardou em seu mundo;
Onde não posso intervir;
Apenas espero você sair do seu casulo;
E vir sorrir para mim, de novo;
E se a saudades não tira férias;
Vou ter de suportar as sinestesias;
Eu mantenho minha quimera viva;
Sustentada na lembrança daquele dia;
Oh! Minha memória divina;
Mas meu medo maior;
É de que no fundo da realidade desse sentimento;
Apenas eu esteja disposta;
A juntar nossos sedimentos;
A verdade é que não importa;
Além do fim desta página;
Além do compasso do relógio;
Eu te assistirei cambalear em teus passos;
Sussurrarei para o vento, o fato que não quero;
"Faça seu caminho querido, que eu te espero."
terça-feira, 8 de maio de 2012
Eu sonho com o dia que poderei escorrer pela tua boca, feito suco do fruto proibido. O fazendo esquecer da origem de teu prazer, e que o faça aclamar, acabando por te provocar. Nossos corpos já nus e fundidos, se alimentarão da fúria por tanto ter esperado, e usufruirão do gozo caloroso que escorrerá por entre nossas entranhas. Irei te fazer velejar dentro de seu inconsciente, e murmurar seus desejos repreendidos. Permitirei que toque meu corpo, e com volúpia reagirei aos seus instintos. Venha, meu eterno cativador, se entregue a nossa perdição, pois meu corpo já grita e não aguenta mais ficar sem suas mão.
No fim, eu te acenderei um cigarro e não te tratarei com escárnio. Apenas me permita provar do seu suco, e comigo, meu querido, você pode tudo.
No fim, eu te acenderei um cigarro e não te tratarei com escárnio. Apenas me permita provar do seu suco, e comigo, meu querido, você pode tudo.
terça-feira, 1 de maio de 2012
O conto do individual.
Cada um carrega a culpa dentro de si, de ser-se e de ver-se.
Cada um carrega a sombra do anonimato, da vida, do ser.
Cada um esconde a alma, a calma de ser seu. Aguente a beira do insuportável, o seu eu.
O sorriso esconde a raiva e busca o raio no meu sol, no teu sol.
A sua parte te invade e você sai pela cidade para se esquecer.
Mas o seu cheiro é forte demais, você ainda está ali.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Declínio.
Olhando para lugar algum;
A garota permaneceu ali;
Sentada e intacta;
Pensando sobre o que poderia ser tudo;
O que poderia ser nada;
Pensando sobre o que poderia ser tudo;
O que poderia ser nada;
Até mesmo parecendo ser uma estátua;
Sua mente navegava em nostalgia;
Eram águas calmas porém escuras;
Ela sabia o que guardava dentro de si;
Até uma certa profundidade;
Jamais arriscara se conhecer a fundo;
Pois imaginava os efeitos da crueldade do mundo;
O tempo passou naquele banco de praça;
O tempo passou desde a última vez que seu coração batera assim;
Mas a garota não mudou;
Ela continuava a escrever, dia após dia;
Em busca de respostas;
Na esperança bruta de que suas palavras se soltassem do papel;
E fossem em busca de alguém para compartilhar suas desventuras;
Mas quem diria?
Os ponteiros lhe trouxeram um presente;
Mais uma futura nostalgia que ficará em suas lembranças adormecidas;
Mas que agora se faz pulsante em suas vias.
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