Olhando as estrelas;
Fiquei a pensar;
E pude ver com clareza;
Meu sonho não era voar;
Era ficar pregada, colada no céu;
Feita aquela poeira que ilumina, minhas noites tormentas;
E pude concluir, que se eu pudesse permanecer ali;
Tudo seria mais fácil;
Porque passar a noite a observar;
Qualquer coisa que não fosse meu reflexo;
Talvez me deixasse mais perto, de ser feliz;
Pois passar tanto tempo olhando;
Para as pessoas mundo afora;
Certamente não sobrava tempo para os problemas próprios;
Esses com letra maiúscula, que assombram as pobres almas escuras;
Porque é muito mais fácil encontrar soluções para o problema dos outros;
Que olhar para si mesmo.
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Essa noite, ao te ver com ela;
Pude ver bem, que apesar de sólida;
Meu interior é fino, feito vidraça;
E fiquei em cacos no meu caos silencioso;
Que me despedaçou no meio público;
Um comportamento rude de tão bruto;
Você sorria para ela, como eu sorria para você;
E como você sorria para mim, quando eu fechava os olhos;
Mas agora o coro canta;
"A menina está quebrada, no meio da fábrica";
E dentro de mim, está vazio;
Faz eco quando penso;
Você não é mais meu amante viril;
Mas chega de lamentar;
Pois eu sei, que apesar de despedaçada;
Sou patética e inutilizada;
Porque ainda acredito, que o meu sol;
Será o mesmo que o teu;
É, fodeu.
Pude ver bem, que apesar de sólida;
Meu interior é fino, feito vidraça;
E fiquei em cacos no meu caos silencioso;
Que me despedaçou no meio público;
Um comportamento rude de tão bruto;
Você sorria para ela, como eu sorria para você;
E como você sorria para mim, quando eu fechava os olhos;
Mas agora o coro canta;
"A menina está quebrada, no meio da fábrica";
E dentro de mim, está vazio;
Faz eco quando penso;
Você não é mais meu amante viril;
Mas chega de lamentar;
Pois eu sei, que apesar de despedaçada;
Sou patética e inutilizada;
Porque ainda acredito, que o meu sol;
Será o mesmo que o teu;
É, fodeu.
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